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“Maria Madalena de Bethânia"


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Examinando o chamado livro de "Maria Madalena de Bethânia" não confundir com Maria Madalena de Magdala, livro também, conhecido como protoevangelho de Maria Madalena,chamado equivocadamente de primitivo, era apenas primevo, que muitos leigos rotulam de primitivo.

Madalena, foi respeitada e adorada na antiga Gália, hoje França, pesquisa sugerida em revelação espiritual," Consciência de Imhotep",ou "Hermes Trismegisto, dentre todas as que tive acesso, encontrei uma passagem interessantíssima, e que foi um dos motivos sob acusações de "diálogos apócrifos", que motivou sua retirada dos altares da Igreja Cristã. Maria Madalena de Bethânia, esclarece a Judas, seu cunhado, o que Jesus lhes respondera parodiando e que ele não podia na época entender. Texto datado de 30 da era Cristo.

Parodia: " Judas pergunta a Jesus, Tu ti referes sempre a um Pai celestial, pergunta-lhes então quem sou eu?

Resposta de Jesus: "Sois hoje parte de uma estrela que explodiu; sois nesta existência almática impermanente, mais uma espécie da imensa Diversidade de vida e morte, onde ambas, vida e morte se nutrem uma da outra, de forma não permanente.

Judas interveio dizendo: Não entendi o que é não ser: Não Permanente?

Madalena responde: Significa não ser Eterno; Significa não ser a essência: significa ser só existência impermanente:

Significa não ser Consciência Espiritual, significa interagir com uma parte dela: Tu não podes ser mais clara, diz Judas?

Madalena olha Judas nos olhos e diz: " Judas! Quando a morte o alcançar, esta Consciência Espiritual, o fará lembrar:

De que um dia como "SET", o irmão com ciumes de "Osires", em relação a "Ises", praticarás ato semelhante ao teu irmão Jesus. E EU serei a Causa do teu ciume".

- Penso que esse texto, de tudo que eu já li, ser uma das chaves dos mistérios contidos nas parodias de Jesus. E é um dos motivos de meus questionamentos, em relações as traduções de textos chamados sagrados.

Um afetuoso abraço e beijos de luz nos corações e cérebros simbióticos, impermanentes e locais, iluminados pelas Consciências Espirituais não locais e permanentes (eternas).

Dilmar Dutra