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“NIRVANA.”


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De novo no Campo Extra Físico denominado NIRVANA, esvaziando o Cérebro por determinação da “Consciência” ou “Espírito” como parte ou fragmento do TODO EU MENTE PSIQUÊ ESPIRITO ou O ANTEPASSADO DE TUDO QUE TEM VIDA, AINDA, SINGULARIDADE OU SISTEMA INTELIGENTE GERADOR DA VIDA, CONHECIDO PORPULARMENTE PELA SIGRA “DEUS”.

Aos pés da Montanha Sagrada. São Lourenço MG. Em 15.04.2018.

Por Dilmar Dutra – Biomédium autodidata em Espiritologia e Cristologia, assim como, em Ciências Integrais a serviço gratuito da humanidade. - Faz Saber; dando continuidade a matéria ontem publicada por mim.

Eu Consciência, como parte do TODO PSIQUÊ ESPÍRITO – sem peso massa e corpo num novo passo de mágica me vi, após esvaziar o Cérebro por orientação da Consciência que Interagia comigo desde a Meiose que me fez nascer, fiquei maravilhado completamente sem dor ou quaisquer constrangimentos, como se fosse parte integrante interagindo com tudo e com todas as consciências numa linguagem totalmente telepática, onde todos me diziam telepaticamente a uma só voz: “Ao primeiro aviso como um pequeno puxão, não resista como se estivesse nadando contra a corrente, deixe-se levar para um regresso ao corpo em estabilidade natural e voltará SEM DOR.

Depois naquele cenário do TODO METAVERSO, onde meu olhar via tudo como ontem a dança magistral dos corpos se desintegrando e se integrando numa melodia onde as células e os cromossomos eram copiados integralmente, durante a Divisão Binária, A Mitose e a Meiose, onde TUDO fosse: divisão e fusão, protegidos de uma degradação caótica, seguindo um códice que estabelecia um Campo de Força Protetor que mostrava que nos extremos dos cromossomos, os telômeros flutuando numa espécie de enzimas que formavam suas estruturas holográficas como se fossem parecidos com barbantes ou cordonetes, enlaçados com algum objetivo para cessar os avanços patogênicos de doenças virais, como se tivessem fortalecendo o sistema imunológico. Ao virar os olhos da Consciência, não via quaisquer indícios de superioridade ou de inferioridade, todos possuíam o mesmo espaço e a mesma força, como se fossem um só organismo simbiótico de grandes misturas como projetos holográficos e subjetivos, convivendo harmoniosamente como parte do TODO sem ordenamentos ou disciplinas para manter o êxito coletivo e apometríco de reparar e regenerar, o sistema único imunológico universal, onde tudo era holográfico e subjetivo como disse, sem corpo peso e massa, numa imagem holográfica celular e molecular.

De novo! Como ontem veio o primeiro sinal de retorno ao corpo e passei a me deixar levar, até chegar novamente no corpo, de forma espontânea e natural completamente sem as dores que me assolavam. Feliz, contente e agradecido relato como uma possível orientação para aqueles que praticam meditação.

Dilmar Dutra.