“A GÊNESE – A CIÊNCIA É CHAMADA MAIS UMA VEZ, PARA DESMISTIFICAR OS SISTEMAS PRISIONAIS, COM SUAS FÓRMULAS SUPERIORES E INFERIORES E RESTRIÇÕES INFORMAIS DA VIDA DESDE A SUA ORIGEM”.


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Postado em 12 de janeiro de 2010.
Autor: Dilmar Dutra Médium Autodidata Científico.

     
      Todas as “citações”, venham de onde vierem, sobre os “conceitos” que estabelecem “superiodades” ou “inferioridades” de formas da Natureza, são “conceitos condenatórios” que estabelecem um julgamento e um limite, mostrando total desconhecimento das “Ciências Integrais” em sintonia perfeita com a “Espiritualidade Universalista e Ecumênica”

      É lamentável que estas terminologias discriminatórias, não tenham a conotação de “diferentes aspectos, que precisam ser respeitados”, ou seja, as terminologias: “inferior” ou “superior”; “melhor” ou “pior juízo”. Não existem. É preciso desmistificar e separar o joio do trigo, Forças iguais, se anulam diante das colisões, que desintegram todos os sistemas fechados, porque, no Universo, todos esses sistemas fechados são abertos pela chamada expansão em evolução. A expansão em evolução precisa que eles estejam abertos. E perceber isto, é uma questão de observação de tudo neste universo expansionista e, em mediunidade, não é diferente, é preciso respeitar a “Consciência Espiritual Científica” e separá-la de “Manifestação Materialista Cultural Mediúnica”.

       Exemplo: Francisco Candido Xavier tinha uma “Consciência Espiritual Científica” e foi, em minha opinião, o maior médium brasileiro de todos os tempos, e não tinha titulações, não tinha curso superior, demonstrando que titulações e cursos superiores não trazem cognições e muito menos, qualidades morais. Aliás! Qualidades morais não lhes faltaram, esta era sua maior virtude e orgulho da Federação Espírita Brasileira, que o ajudavam, monitoravam, e supervisionavam todos os seus trabalhos, e isto, não pode ser compreendido ou entendido pejorativamente. Trata-se apenas de respeitar sua “Consciência Espiritual Científica”, com credibilidade para usar a verdade.

       Os Médiuns são pessoas como outras e quaisquer pessoas. Não são santos e não fazem milagres, dão apenas a direção, e não têm nada de diferente dos outros, e a credibilidade depende totalmente dos “aspectos morais” e de “reformas intimas”, que os diferenciam uns dos outros, (todos os seres vivos têm a chamada mediunidade, que significa estar no meio da vida material com a vida espiritual). O que pode ocorrer, de verdade, naqueles cujos efeitos físicos os permitam doarem ectoplasmas com responsabilidades é o amor ao fazerem isso. Aí sim, estarão no caminho certo. Este fator, no meu entendimento é igualitário no sentido da diversidade, ou seja, quaisquer seres dos sistemas vivos podem fazê-los pela plasticidade morfológica e não precisam ter cérebro, nos seres humanos que têm uma adaptação mais complexas pelas possibilidades de usarem o consórcio do cérebro pela neuroplasticidade, podem sofrer as conseqüências e influências, sofrerem as decadências morais. Não acredito que Seres Humanos sejam produtos do meio. Acredito que sejam conseqüências, e todos podem perfeitamente desenvolver a mediunidade através do efeito sinesteta da plasticidade ou da Neuroplasticidade morfológica, ou seja, de captarem no meio ambiente tudo o que precisam para manutenção da vida, com cognições em grau microtubular, desde os citoesqueletos, ou esqueletos das células, que compõem os sistemas multicelulares, com desdobramentos diuturnos ou com dobras, independente ou não da idoneidade moral, que, para mim, estão diretamente ligadas às necessidades emocionais, bem como, as imposições sociais, desde dogmas, fatores econômicos, científicos e religiosos, com bulas, doutrinas, conceitos, normas, regulamentos de instituições que buscam o poder a qualquer custo. Isto pode sim, influenciar o caráter do Médium. Acho que o maior entrave da Espiritualização está justamente, nestas doutrinas prisionais que impedem o ser de libertar-se dessas amarras, dessas correntes, que o limitam, impedindo sua própria evolução.

       Vidas são bactérias e suas proles, e não se pode falar em plasticidade sinesteta, sem citar a GÊNESES dos sistemas vivos e não vivos (orgânicos e inorgânicos), sem falar em bactérias como nossos ancestrais primevos. E quero, aqui, fazer uma observação muito importante trazendo para a luz da compreensão, que todos os sistemas de intercomunicação em escala global, estão capacitados para terem, em grau um tipo de cognição, fazendo escolha, amando, tendo medo, porque todos esses códigos estão inseridos nas partículas subatômicas (anterior ao plasma (4º estágio da matéria). Na verdade, nós entendemos que todos os sistemas vivos, a não ser os seres humanos, nunca tiveram restrições informais.
Vamos esclarecer:

        As bactérias, que são nossos ancestrais comuns evoluíram em consciência (não têm nada a ver com cérebros), transformaram-se e adaptaram-se porque não tiveram restrições, como dogmas científicos e religiosos. Elas não tiveram ciências proibitivas e nem, tão pouco, doutrinações, regulamentos e bulas proibitivas, que estabeleciam sentenças. Elas foram sempre criativas, inteligentes e experimentaram o tempo todo sem limitações ao doar genes (doar genes é o mesmo que doar semem e ectoplasmas) de forma incondicional. Ao praticarem o sexo prazeroso elas disseminaram informações novas por todo Planeta, elas não tinham restrições informativas, elas não tinham preconceitos, praticavam sexo livremente. Na verdade, elas estavam libertas para viver, libertas para amar, elas não tinham mentes limitadas (fechadas) e, sim, expansionistas. (Nota importantíssima: Somente de 01% a 03% dos sistemas vivos são patogênicos, 87% são saprófitos – “não causam doenças e são extremamente necessários à vida como um todo e, apenas, 10% são oportunistas”).

        Todos os sistemas vivos apresentam uma matriz mental. Elas bactérias, foram os primeiros seres de luz, libertos, despertos, almáticos, quânticos, taquiônicos e conscientes.

        O amor, o medo, o sexo, a alimentação e o prazer são básicos nos sistemas vivos. Elas nunca foram separatistas, muito pelo contrário, são extremamentes cooperativistas, integrativas, simbióticas e sociais. Em termos de viver em sociedade, elas podem dar-nos aulas de ecumenismo, e temos que apreender muito com elas, mas, para isso, precisamos observá-las, mas romper as fronteiras das discriminações, das ciências proibitivas e darem oportunidade aos autodidatas, capazes de formular novas percepções, novas idéias, novos paradigmas com trabalhos científicos fora dos escopos devocionais e, libertos pela busca da verdade, ou seja, procurar a verdade pelo lado humano, porque as bactérias já a encontraram, e não podemos nos esquecer nunca de que elas são nossos ancestrais comuns. Todos os sistemas vivos vieram de uma matriz bacteriana.

Um forte abraço e beijos no coração.
Dilmar Dutra – Médium autodidata Científico