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“AUTOESTIMA
E COMPORTAMENTO” |
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POSTADO EM 07.04.2011 Por Dilmar Dutra – Médium autodidata em ciências integrais Fonte espiritual: Luiza de Marillac Venho recebendo inúmeras solicitações, para que eu me pronuncie a respeito da generosidade exagerada. Eu acredito diante da minha observação, ser uma decisão arbitral de baixa autoestima, que passa pela psique mental e espiritual de carência em conseqüência do medo da família, dos colegas, dos amigos, em suma, da sociedade como um todo, diante de decepções ao longo da infância, da adolescência, se auto-afirmando na idade adulta. (Observação: Quanto às solicitações referentes à pergunta: “O que significa: Visão Espiritual Integral”. Eu prometo fazer uma matéria e postar nos próximos dias. Aguardem). Relato: Os seres humanos desenvolvem num somatório, uma autopunição, e passam a ter um comportamento de não se amar, mas procuram como autodefesa compensar os semelhantes em que se relacionam consigo, com uma generosidade para com os outros, em detrimento de si mesma, que vai de pequenos gestos ao absurdo do endividamento financeiro, numa ação objetiva de ajudar, por terem dificuldades de dizerem “não” e recusarem um pedido por mais absurdo que possa ser essas autopunições são desenvolvidas por acharem que com isso, possam ser considerados caridosos, bonzinhos, benevolentes, e possam angariar simpatias. Essas ingenuidades aparentes trazem no íntimo, de seu autojulgamento, as sensações de estarem sendo usados, mas reprimem isso por terem medo de críticas, e a coisa, se potencializa, em função de suas crenças, com o pavor de serem reprovadas, colocando em risco, as consagrações de suas reputações conquistadas com esses assistencialismos, fora de seus alcances justos para consigo mesmo. As retribuições pelos status alcançados vão aos extremos dos sacrifícios. Isto faz com que os espertos observadores, concluam que todas essas pessoas com esses perfis, coloquem-se inconscientemente sempre disponíveis a assumirem os problemas alheios, tentando fugas de seus próprios problemas, que vão se potencializando com o passar dos tempos e se agravam na “melhor idade”, ao perceberem que as ingratidões são manifestadas, como verdades incontestáveis, nas medidas em que essas pessoas boazinhas venham a precisar diante das impossibilidades de realizarem tarefas para sua própria sobrevivência, no cotidiano comum e diário. Quem é bonzinho demais, prejudica a si mesmo, ao beneficiar pessoas, que não merecem, e que na maioria das vezes abusam sem a menor sensibilidade, e se aproveitam como pedintes, ou se “apropriando indebitamente” de pertences ou dinheiro, dessas pessoas certinhas e boazinhas. O espírito “Tereza de Marillac”, ou “Irmã Tereza”, afirma que o segredo esta no fator de se amar, encontrando o equilíbrio, e aprendendo a dizer “não”, como um ato saudável de dizer com coragem o “não”, como uma maneira de se proteger. E se proteger na “melhor idade” é ter recursos para fazer um novo fim, com a consciência, de que todo mundo tem o direito de pedir quaisquer coisas, mas você que têm esse perfil generoso, também, tem o direito de dizer “não” educadamente, com elegância e dignidade para consigo mesmo. A cognição mostra pela observação que ninguém respeita, admira ou ama pessoas boazinhas exageradamente. Muito pelo contrário, elas abusam e exploram sem a menor cerimônia, achando ainda, que elas “têm” obrigação de ajudar. Um forte abraço e beijos no coração. Dilmar Dutra e Marlene Daltro |
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