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“COMO É QUE A ESPIRITUALIDADE VÊ DEUS”? |
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Postado em 12.08.2010.
Esta pergunta que me fazem agora. Foi à primeira pergunta que fiz a minha mãe Marietta, após seu falecimento, em comunicação mediúnica. E o que tive dela como resposta, foi o seguinte: Meu Filho! A palavra “DEUS” sempre foi uma sigla do dialeto NAACAL, falado na antiga “Atlântida” e abreviava-se na horizontal, o que se manifestava na vertical, exemplo dado pela língua Portuguesa. D= Divindade; Direito; Deveres; Divino; Diversidade; Dimensões; Etc. E= Espírito; Energia; Espécies, Emoção; Ecumenismo, Ensinamento; Etc. U= Unidade; Universo; Unicelularidade; Universalidade; Único; Etc. S= Sagrado; Sentimento; Sociedade, Simbiose, Saciedade, Singularidade; Etc. Esta sigla na verdade abrevia a fonte
de tudo; da vida; da existência; da inexistência; etc. Porque
“DEUS” é o cientista de todos os cientistas, é
o Criador Único de todas as ciências e representa: A perfeição
e a imperfeição; A ponderabilidade e a imponderabilidade;
A coerência local e a coerência não local; As transformações;
As adaptações; As extinções; A evolução
das consciências; As expansões em todos os big bang; O
“Medo” com polaridade e dualidade de opostos - (o contraditório
de opostos entre carência e excesso, chamada de Energia Intaquiônica
ou Quântica). O “Amor” (sem polaridade e dualidade
completamente neutro e equilibrado, também, harmonizado e chamado
de “ELO”, da multicelularidade Universal, ou ainda, de Energia
Taquiônica, como fruto de sua própria Criação).
Um “Deus Criador” como causa espiritual (energética)
e ao mesmo tempo, um “Deus Criatura”, como ação
da energia condensada (matéria) e interage como efeito e reação
na sua própria criação, que vai da holarquia do
macro, a simbiose do micro. Um “Deus” mutável e presente
em todas as coisas, ou seja, vem da menor partícula subatômica
desde a singularidade e, anterior a quaisquer surgimentos; desde tempos
anteriores a Alfa e até os tempos futuros de Ômega; do
primordial ao instinto; dos sentimentos; das psiques; das emoções;
das cognições e das plasticidades, que vão de Alfas
as ômegas dos muitos “Big Bang” expansionistas; dos
campos das mentes geradores de consciências que interagem o tempo
todo, com os corpos, que são constituídos de membranas,
cascas, couros, escamas etc. “DEUS” é a própria
existência que cria na inexistência, “DEUS”
é o próprio METAVERSO; “DEUS” é o “TODO”;
“DEUS” é a própria Consciência Autopossuídora;
não temporal; não linear; não local. “ELE”
é o “TODO” da existência a inexistência;
Do Tudo e do Nada; “ELE” é a própria manutenção
dos Equilíbrios e dos Desequilíbrios Universais; É
o manifestador primário das energias, das malhas eletromagnéticas;
da luz; da escuridão etc. O Tudo e o Nada estão contidos
no “TODO”; bem como, a fé; a racionalidade; a espiritualidade;
a intuição; a cognição; a plasticidade;
“ELE” é a árvore da criação;
o solo da manutenção; as flores e os frutos; é
a vida simultânea, oriunda desse “CAMPO ÚNICO DE
INFORMAÇÃO E INTELIGÊNCIA”, que interage com
tudo e com todos. E “DEUS” é constado pela sua própria
criação. Dilmar Dutra e Marlene Daltro |
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