A NEUROPLASTICIDADE MORFOLÓGICA


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Parte 8

Relação: “Dor e Divisão Binária”
Postado em 27 de outubro de 2009

     Dor vem do “latim dolor”, e significa sofrimento por lesões físicas, externas ou internas, que interagem com um, ou mais (+) dos cinco (5) sentidos.

     Divisão binária entre bactérias. Processo assexuado, onde a célula bacteriana duplica seu cromossomo e divide ao meio em carência protéica, se regenerando pela plasticidade nos extremos opostos do filamento genético (memória filogenética), buscando no ambiente, sua recomposição para maturar e com isso, se duplicar de modo continuo em vida.

      Divisão Binária da bactéria, com o vírus. Processo assexuado (sexo biológico) que a bactéria, faz com o vírus, por ser fonte desassimilada, produz uma hibridização, num primeiro momento, com um resultado de uma ação tumoral {( o vírus injeta seu DNA, penetra e pode ocorrer, uma series de possibilidades dentre as quais,, explodir a célula, disseminar mais viriuns (partículas de vírus, ou fitas de DNA do vírus, OBS: Dentro do poliedro pode haver centenas de viriuns), pode ainda, introduzir e sair, antes fazendo mutações e contaminações, alem de outras situações exageradas}, normalmente a bactéria inseminada, faz um carcinoma adaptativo e pratica a divisão binária, dessa inteiração dissimilada, ou (bipartição ou ainda, dualidade) produz dois bacteriófagos com bipolaridade nos extremos opostos do filamento genético, essa bipolaridade, hoje é chamada de plasticidade (que regenera extraindo do ambiente, proteínas (microtubulares) pela luz, sais minerais, cálcio etc. Cria a diversidade por GRAM + GRAN (estreptococos) surgimento posterior associado. Copia-se o código genético, matura-se para crescer e invaginar a membrana e a parede, partindo em duas (02) e pela plasticidade dualizada e bipolar, busca no meio ambiente sua recomposição (regeneração), para dar continuidade à duplicação vital. Sintetizando segundo Jesus Cristo – Todas as formas filamentosas. Podem reproduzir-se por este processo dual bipolarizado, ou seja, organismos procariontes. São unicelulares – Surgem de um programa do “campo inteligente hialoplasia” com inteirações ecológicas de mutualismo, comensalismo, antibiose e parasitismo, com a seguinte manifestação.

1) Cócus –

2) Duplocócus-

3) Estreptococus-

4) Estafilococus

5) Bacilo-

6) Vibrião-

7) Espirilo

     Tudo isso. Passa por um fenômeno associativo com os fungos, de reciclagem da matéria nos ecossistemas, através das decomposições da matéria nos ecossistemas, através das decomposições da matéria morta (almática), ou seja, animal e vegetal participando do ciclo carbono e nitrogênio na natureza.

     E a dor, esta associada de alguma forma as bactérias, que participam de associações de parasitivismo, com outros organismos que são causadores de doenças (patologia que identifica sinais e sintomas – bases patológicas + semiologia médica, que determinam o diagnóstico clinico) pelos estudos biológicos a referencia é mais abrangente e consistente.

     O primeiro a diagnosticar a dor, ou as lesões físicas internas ou externas, é o próprio organismo, seja unicelular pela memória filogenética ou pelos multicelulares, por um compêndio filogenético, e pelos cérebros, ao processarem esses estímulos chamados de despertador por Imhotep, que ao observar, pela análise: “Arte química genética” (hoje chamada de bioquímica), a partir da divisão binária ou da dualidade bipolarizada. Onde as funções sensoriais e motoras, reagem nos grupos celulares vegetais e animais. Imhotep observou uma planta conhecida pelo nome de dormideira, ao contato físico, com outros organismos, ela se fecha, (suas folhas se contraem). - Todo processo de manipulação da homeopatia, foi registrado por Imhotep, nos papiros da plasticidade bipolar, dos organismos surgidos da dualidade (divisão binária). Obs. A dor e o humor, diante de possíveis danos físicos ou psíquicos, produzidos por manifestações verbais, (no caso dos humanos) provocam mutações nos genes, responsáveis como receptores e produtores de tirosinocinase, que em excesso podem provocar a insensibilidade congênita (uma espécie de anestesia) e com isso inibe-se e, causa uma redução drástica na ativação de neurônios primevos das memórias filogenéticas, nas membranas que reveste o cérebro.

     Em carência, ocorre o oposto, ou seja, a ativação e potencializada diante da inibição da tirosinocinase e falta oxigênio, prejudica a ação da neurotrofina NGF. (como fator de crescimento neural (ativação e inteiração) e causa prejuízo, não se replicando para alimentar-se do processo de plasticidade morfológica, e com isso, não consegue adequar-se a demanda, que regula a manutenção dos nociceptores, e a dor se manifesta, e pode ser classificada como nociceptiva almática, fisiológica e patológica.

A) Fisiológicas: Decorrente de lesões.

B) Patológicas: Decorrente de enfermidades bacterianas, viróticas em consórcio com fungos e outros parasitas.

     Em ambos os casos, e diante de uma situação hostil do ambiente interno ou externo, trata-se de um alarme (dor e febre). Um tipo de despertador para alertar a defesa corporal das unidades atômicas, compostas de almas grupo, ou organismos multicelulares com ou sem cérebros.

     Nota final: Esses neurônios aferentes primevos nociceptivos, tem terminações sensibilíssimas, e são criados geometricamente em critérios anatômicos, e funcionais, e não funcionam generalizadamente, existe um esquema para cada situação, principalmente por que a ação do espírito dirige do meio ambiente como um todo, e não tem uma localização exata, ou seja, está em um Campo Mórfico e interage e reveste o corpo numa proporção geométrica de no máximo 25% e pela plasticidade faz fluir tudo pelos microtubulos do sistema nervoso central sempre por diâmetros axônios com alta velocidade de condução (luz) que em 75% dirigem do meio ambiente uma carga plástica de 25% que adentram pelos canais epiteliais de sódio, que disponibilizam uma imensa gama de transdutores moleculares para cada tipo de temperatura.

a) Muito baixa: Identificam as nocivas encubadas.

b) Muito alta: Identificam as nocivas maturadas em multiplicações (inflamações).

c) Em temperatura (equilibrada) meio ambiente, a farmacologia interna, aciona o sistema imunológico, para processar a cura que é potencializada pela produção de “Energia Taquiônica”, que sentimos com o nome de AMOR.

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Fonte da Informação: Espíritos Diversos, Fonte receptora: Dilmar Dutra – Autodidata e Médium Científico.