“O OLHO MEDIÚNICO MULTIDIMENSIONAL”.


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POSTADO EM 05.04.2011

Fonte Espiritual: “Meme” A sumo sacerdotisa do templo mediúnico do Olho de Hórus, em Saqaara no Egito.

Por: Dilmar Dutra – Médium Autodidata em Ciências Integrais, narrando ou reescrevendo a história.

      A Sumo Sacerdotisa “Meme”, foi a terceira esposa de Imhotep, ela era chamada de “A ALQUIMISTA E PITONIZA” pelos Gregos, “ele” chamado de Hermes Trismegisto pelos Gregos, que o consideravam “O Três Vezes Grande”. O faraó Macedônio chamado Ptolomeu I, saqueou Saqaara, estudou “Imhotep” e “Meme” como ninguém. Ambos, marido e mulher, – Imhotep e Meme, exerceram um fascínio tal, em Ptolomeu I, que eram seus ícones de referência científica e espiritual, Ptolomeu I, e esposa, os consideravam “Deuses além do Olimpo”, chamou “Imhotep” de “Esculápio” e de “Asplégios”, e “Meme” de “espírito que manifesta a “Mente Cósmica”, ou o “Campo do Eu Mente Psique Espírito Único”, percebido por abstração mediúnica mental. Ptolomeu I acreditava que só os iniciados nas escolas de Mistérios Espirituais, poderiam ser sensitivos, a ponto de dominarem os efeitos físicos. Acreditava que pela abstração da mente, ele poderia fazer emergir o “estocástico aleatório”, surgir ordeiramente, pelo poder da mente, e com isso, colocar ordem no caos. Ptolomeu I. - Afirmava que aleatoriedade é a incapacidade de perceber o espaço tempo entre energia e matéria, ou como uma miragem física, que chamou de arte abstrata, incapaz de ser estudada, mas que os olhos da mente dos sistemas vivos, a percebiam sob abstração de um modo plano, e uma convergência, que poderia significar a figura de um observador mental, que produz e envia luz, para todos os elementos orgânicos e inorgânicos, dando a eles uma consciência, obtida como solução por um determinado método, que tende a um valor, sempre em grau, ou seja, uma semiconsciência evolutiva, que por interação cria para si, em cada “eu elemento telúrico”, manifestando uma equação codificada e ordenada, mediante uma seqüência de operações geométricas, aritméticas ou matemáticas, que originam algoritmos, em que o objeto de cada elemento, é o resultado que os precedem hereditariamente, sempre por possibilidades e probabilidades. “Meme” tinha razão. Todos os elementos do Universo são formados conscientemente dentro da Mente Maior e interagem entre si, pela comunicação entre eles, como holons sociais, e pela malha eletromagnética, que tem no Planeta, com seus pontos de chakras telúricos, como condição local, que pela luz não local, traz e leva informações que os ordenam geometricamente pelas interações autoreplicadoras de combinações e de recombinações, diante do solvente água, e da luz, condutores de informações codificadas pela mente, ou por suas abstrações mentais, nas células como organismos celulares que entre si, fazem uma comunicação local e não local, ou seja, interna e externa.

      Nota histórica interessante: Toda casta sacerdotal da dinastia Ptolomaica, teve influência da rainha Berenike I, também chamada de Berenice I, chamada pelos Essênios e Gregos de Sóter, como seu Marido Ptolomeu I, (que significa salvador), precisamente no ano (290 AC). Pois defendeu e convenceu seu marido a proteger as artes e ciências, e inclusive criou um organismo de ensino e pesquisa, onde todo acervo intelectual da antiguidade e do mundo chamado helênico, vinha estudar e trabalhar, esse acervo foi transformado na Biblioteca de Alexandria. O papel de Berenike I foi de fundamental importância, para resgatar o papel científico e espiritual das Escolas de Mistérios. Varridas do Egito e implantadas nas cavernas do Mar Morto.

      Segundo o historiador Arriano, Berenike I, nunca foi religiosa, em toda sua vida tinha convicções científicas, espirituais e filosóficas. Para ela, nada estava desligado de nada. Berenice afirmava que as mutações, adaptações e todas as inteirações autoreplicadoras de combinações e recombinações, vinham do observador e do executor, com evidências da telepatia, da clarividência e de outros fenômenos psíquicos da mente, percepções extra-sensoriais e psicocinese, que se manifestava com instruções para organizar primevamente por pensamentos e projetos, que emergem da mente na qualidade de abstração.

      Assim, eu termino, afirmando que, “MEME” na verdade emerge da mente.

     Revelação: O nome “MEME” tem origem nas iniciais de “Mente Mediúnica”. “ME” de Mente, “ME” de Mediúnica que juntas formam o nome “MEME”.

      A Memética está sendo redescoberta. Só que com as incongruências aleatórias e fortuitas.

Um forte abraço e beijos nos corações

Dilmar Dutra e Marlene Daltro.