“O
FRACASSO DA CONFERÊNCIA DE COPENHAGUE”
Postado em 21 de dezembro de 2009.
Por Dilmar Dutra Médium Científico Autodidata.
O fracasso da Conferência
de Copenhague mostra, claramente, que são outros os interesses
priorizados, e que as autoridades, reunidas, ainda não têm
a noção da “urgência, que era para ontem”,
para que a manutenção da “VIDA COMO UM TODO”
possa continuar, eclodindo neste Orbe. A pequenez das consciências
se atrofia diante das ganâncias humanas. Jogaram-se, por terra,
o evento que poderia estabelecer um consenso de critérios e medidas
eficazes, capazes de amenizar, de definir, globalmente, alternativas,
para mitigar (amenizar, diminuir os impactos ambientais), previstos
pelas profecias divulgadas das civilizações antigas, em
relação ao ano de 2012. Cruzaram-se dados, com os prognósticos
científicos atualizadíssimos, constatou-se que algo está
acontecendo com o “campo magnético da Terra”, que
está sofrendo alterações significativas e preocupantes.
Quando assistimos estarrecidos a estes fracassos, abate-nos uma sensação
de descrença, de decepção, de falta de responsabilidade,
de falta de respeitabilidade pela vida, como um todo, de estranheza,
de desconfiança, nos dirigentes Planetários, porque eles
conseguiram, com suas atitudes, estabelecer uma impotência de
capacidade administrativa monstruosa e um desconforto espiritual, face
às suas insensibilidades e ao amor pela VIDA.
Não devemos esperar mais nada
desta peça de teatro, devemos fazer a nossa parte e cuidar do
nosso Planeta (LAR) com “Lealdade, Abnegação e Respeito”.
As orientações espirituais, que recebemos, é de
que este momento é grave, muito grave. Se cada um de nós
plantar uma arvore por mês, daqui a (03) anos cada um de nós,
terá plantado 36 árvores, e o lugar escolhido deve arregimentar
um mutirão de abnegados, de pessoas com a consciência Crística
e Cósmica, de que, sem o Planeta nosso LAR não poderá
existir Vida, e para a manutenção da Vida devemos, já,
começar um movimento de ação para transformar –mos
espaços (campos em hectares) em “OASIS”, na futura
e prevista desertificação, que já ocorre, por todo
o “Globo Terrestre”, e as culturas permanentes poderão
ser consorciadas com as culturas transitórias, de forma limpa,
pela adubação orgânica. Se protegermos as cabeceiras
dos mananciais de água, como se faz nos estados do sul do Brasil
e, reflorestando as também, com certeza, estaremos abrandando
os impactos no meio ambiente, e pode ser uma solução.
Tudo deve começar a ser feito imediatamente.
Segundo a Espiritualidade, a superfície
construída em hectares, para alimentar seres vivos, não
pode ser entendida que é para alimentar só humanos, e
sim alimentar, com essas atividades, todos os animais domesticados também.
Espertos observadores de olho nos fatores econômicos, voltaram
suas indústrias, visando aos animais como fonte de lucro, e essas
indústrias crescem e competem em proporções idênticas
a de humanos: alimentos, carne, cereais e rações levam
às poluições. Evidentemente, que os humanos têm
totais responsabilidade dos impactos no meio ambiente. Todavia existem
animais domesticados, vivendo em consórcio, nas cidades humanas
que potencializam os detritos causando um impacto paralelo, e os canais
de escoamento que são os mesmos, trazem a carência de orgânicos
nos “habitat” naturais (meio ambiente) deixando de contar
com as espécies que ajudam a estabelecer o controle biológico
de presas e predadores, deixa de contribuir organicamente com seus detritos
no meio ambiente apropriado, sem contar com o consumo de energias que
são gastos com eles. Se pensarmos que os humanos já estão
perto de 07 bilhões de habitantes, neste Orbe, que só
comporta 1.5 bilhões, imaginem o que existe de diversidades de
animais domesticadas, que não foram contadas por senso (???).
É algo impensável, inimaginável. Imaginem, então,
o impacto no meio ambiente, sustentando toda essa cadeia almática
retroalimentar, que por sua vez, irá alimentar os humanos e que
não é o suficiente, pois a grande maioria vive em estado
de pobreza absoluta, e nada dessa produção chega até
eles.
- Onde está a dignidade humana?
Onde está a consciência Crística? Onde está
a caridade?
A Espiritualidade responde que está
na hipocrisia gananciosa de lesadores da humanidade, que fabricam a
miséria e dela tiram como proveito o chamado assistencialismo
(lobo) com pele de Cordeiro (“caridade”?) com intuitos e
objetivos de angariarem recursos públicos e privados; cabalar
votos, aumentar rebanhos de contribuintes de impostos eclesiásticos,
e muitos outros interesses, como lesar o Imposto de Renda etc.
É preciso transformar e
adaptar a NOVA ERA DA VIDA, abandonar a idéia de que só
os humanos estão no centro do Universo e de que DEUS é
o DEUS dos Humanos, dos Religiosos. Deus é muito maior do que
humanos e Religiões. É preciso que a consciência
Cósmica e Crística desemboquem na espiritualização
da humanidade e compreendam que DEUS (Divino Espírito Único
Sagrado) é o Deus da diversidade das espécies, é
o Deus da Vida; é UNO, é AMOR; como ELO, é MEDO
que faz a preza fugir do predador, que coloca um freio moral nos humanos;
é democrático, justo e Pai. É preciso inserir o
livre arbítrio em todas as espécies vitais e almáticas,
fazendo compreender que matéria e espírito são
um, em estados diferentes, e compreender que os sonhos almáticos
nutrem os Espíritos, compreender que as Ciências Integrais,
em perfeita sintonia com a Espiritualidade Integral, é o caminho
da união com DEUS, com o AMOR, o único ELO de ecumenismo
que está inserido em todos os sistemas VIVOS, de modo neutro,
equilibrado e harmonizado. É Pelo AMOR que todos somos UM (UNO)
ou singularidade.
Um forte abraço e beijos nos corações de toda a
diversidade vital. Nada é impossível para quem se ama
de verdade.
Dilmar Dutra Médium Autodidata Científico.