Reescrevendo a História Antiga

A Escola de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas, denominada Olho de Hórus.

Autor: Espírito Imhotep (os Gregos o chamavam de “O Três, vezes Grande”; ou “Hermes Trismegisto”, ou ainda “Esculápio”).
Por Dilmar Dutra, autodidata e médium cientifico.
Fonte: Revelação mediúnica.

Imhotep revelou ao médium em questão, que era filho de pai Egípcio e de mãe Essênia, um cientista da antiguidade. No ano de 2.679 AC, recebeu a visita do “Príncipe Djoser” herdeiro do “Faraó Sanket” que veio a falecer em 2680 AC.

 “Djoser” queria construir uma escola para o seu povo e havia escolhido o Sumo Sacerdote Imhotep para elaborar um projeto de um Observatório (escola para ensinar Astronomia, Arte Química, Física Quântica e Taquiônica etc. Imhotep desenvolveu um projeto ambicioso para à época, quando o “Príncipe Djoser” assumiu  o trono em 2.680 AC. Imhotep levou consigo para Saqqara muitos Essênios, Indianos e suas respectivas famílias, segundo ele, os mesmos que havia levado a Índia e a China.

“Imhotep” narra que o “Faraó Djoser” deu a ele autonomia e poderes para criar uma Escola Espiritual de Mistérios, a exemplo de Naacal na Antiga Atlântida. A Escola de Naacal foi construída por um antepassado de Imhotep de nome “Chiquitet Arelich Vomalites” que era como ele, um Sumo Sacerdote do Templo do Divino Espírito Único Sagrado ou simplesmente (DEUS).

Imhotep e sua equipe de Essênios e Indianos que, trabalharam muito, até sua construção e término. Após sua inauguração começou a ensinar a todos (Egípcios, Essênios, Chineses, Gregos,  Indianos, Judeus, Caduceus e Fariseus): Para adquirirem conhecimentos gerais de Geometria, Mestrado em Construções, Radiestesia e manipulações de medicamentos, criou o Caduceu, que esta cravado em todos os anéis de Médicos e Dentistas, ensinou de tudo um pouco, num período de 17 anos, ensinava a perder o MEDO (Energia Intaquiônica ou Quântica, dual e bipolarizada em carência e em excesso) e a gerar AMOR(Energia Taquiônica, neutra, imparcial que anula o CAOS pela ORDEM), além de noções básicas, como, “O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora. Tudo que somos é o resultado do que está fora, por que a substância espiritual faz tudo do meio ambiente, cria toda riqueza almática e dela se nutri, transformando-a, adaptando-a até a morte, para frutificar suas sementes que nunca se esgotarão, somos almaticamente o que comemos, somos espiritualmente o que pensamos, e esses pensamentos colhidos no meio ambiente manifestam-se em imaginação como projeto e materialização, como realidade concreta, que vai do gênero animal e humano até o gênero  plantae, surgidos da vida com o mesmo poder espiritual que gerou você mesmo que nada mais é, do que uma conseqüência de inteirações das Archaeidae (comentário do médium, bactérias).

NOTA IMPORTANTE: Os Iniciados, de princípio masculino, começavam com 13 anos, as iniciadas de princípio feminino, começavam com 09 anos e sempre em estados hologamados, ou seja, prometidos um para o outro, por terem tudo em comum.

“O Amor” este era o conceito base da referida escola. O mesmo amor que está em um de nós, está inserido em todos os seres vivos do sistema celular. A Escola de Imhotep juntava e pregava a Unificação de todos os conhecimentos científicos, por que segundo ele: “Um conhecimento vem de outro conhecimento, ele antes havia ensinado na China, a arte de curar as almas pelos efeitos sinestetas “Radiestesia” interagindo as almas viventes, “úteros de águas”, (cada célula, é um útero almático, que pode reproduzir vida) e esta alma, interage o tempo todo com o “eu mente espírito” energias eternas, que se manifestavam na colisão (creação, ou fusão), após essa fusão se tornam uno, essa união é chamada de energia taquiônica, que não podemos pegar ou ver, podemos apenas sentir, como sentimos o ‘Divino Espírito Único Sagrado” (DEUS), que é o próprio AMOR.

O “Príncipe Djoser” ao saber que Imhotep retornara da China ao Egito foi procurá-lo e revelou sua intenção de construir a Escola de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas, onde na parte de cima, seria uma máquina Quântica capaz de memorizar tudo que era colhido do observatório relógio, chamado de ESFINGE DE GIZÉ.

Imhotep denominou sua Escola de “OLHO DE HÓRUS”, uma simbologia para por comparação, determinar que os iniciados ao alcançarem a iluminação, tivessem uma visão melhor que hórus, o Falcão que do alto tudo via, ou pelo menos igual a do falcão.

Quando o “Faraó Djoser” desencarnou Imhotep fez-lhe uma homenagem póstuma, ou seja, construiu uma câmara para que, mesmo ali, na sua escola, fosse enaltecido por todos os seus alunos, construiu um Sarcófago e como em um museu em exposição, pudessem ver corpo mumificado e os pertences do “Faraó Djoser”, pois sem ele, aquela Escola não existiria, Imhotep entendia que o “Faraó Djoser” dera uma contribuição como ponto máximo de um povo, de uma civilização em evolução de consciência, (Isso não foi compreendido completamente, pelos sucessores, ou melhor pelos curadores dos Faraós adolescentes). Não foi o caso, do novo “Faraó Sekmemkhet” que o manteve a frente da “Escola de Mistérios Espirituais do Olho de Hórus” em Saqqara.

Após o desencarne de Imhotep o Egito viveu seu maior apogeu, com um povo culto, educado, sociável e feliz, todos se amavam, até que o “Faraó Sneforu” assumiu o trono.  

Sem a tecnologia de Imhotep e de sua equipe constituída de Essênios e Indianos, o “Faraó Sneforu” queria construir uma pirâmide, isso já na quarta dinastia, e por ciúme, não estava interessado em outra Escola, apenas num silo (galpão para armazenagem de grãos e cereais) e em uma câmara mortuária, essa pirâmide em cor vermelha para ser vista de longe, foi construída em Dahshur, acima de Saqqara, ao norte do rio Nilo, e é conhecida como a pirâmide inclinada, que por erro de cálculo, foi concluída em 2.560AC. Sem conserto.

Após sua morte, assume o poder o “Faraó Quéops”, período 2.551 AC. Ele foi cruel e impiedoso, fez do livro dos mortos, sua maior arma, para escravizar os povos, inclusive os seus. Criou a indústria da imortalidade das almas, herdada dos Tibetanos que ensinavam no Baixo Egito, fechou a Escola de Mistérios Espirituais, construída por Imhotep e sua equipe, confiscou toda documentação de SAQQARA, e teve acesso aos cálculos de Imhotep, e demitiu toda a sua equipe, iniciou e construiu a maior de todas as pirâmides do Egito, que levou o seu nome QUÉOPS.

Os Essênios e Indianos da equipe de Imhotep fugiram primeiro para o sul do Egito, onde outra escola fazia oposição ao governo de Quéops e a Escola de Imhotep, devido à cultura e ensinamentos diferentes, Os integrantes da equipe de Imhotep, não se adaptaram lá e, foram se instalar, junto com os Caduceus e os Fariseus, que fugiam do Faraó Quéops, foi parar, em “Egandi”, perto do Mar Morto. – Recriaram a “Escola de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas”, e lecionaram  nas grutas,  toda matéria registrada por Imhotep, lá nas “Cavernas de Egandi” foi onde se deu a continuação dos ensinamentos, muitos lá estudaram inclusive “Jesus de Nazaré”, e sua hologamação “Maria Madalena de Betânia”.

Não restando à época uma alternativa satisfatória. O Faraó Quéops, fez uma aliança, com o Baixo Egito, adotou os ensinamentos diferentes, ensinados dados pelos Monges Tibetanos, que tinham algumas experiências em pirâmides menores. O Faraó Quéops, implantou a indústria da imortalidade das almas, recomendadas no livro dos mortos, como forma de pagamento aos operários, para concluir sua Pirâmide.

No Egito, após a morte do Faraó Quéops, a confusão de ensinamentos, tomava novo rumo, construíram a Pirâmide de Quéfrem, ou a segunda maior em frente à Esfinge de Gizé, que fora construída por Chiquitet Arelich Vomalites, sumo sacerdote sobrevivente ao Tsunami ciclal, chamado de dilúvio.

Depois construíram a Pirâmide de Miquerinos, que morreu antes do seu término. A Pirâmide foi terminada as pressas, como câmara funerária para guardar seu corpo embalsamado (esquife) e guardado em um sarcófago.

Assim deturparam tudo, até que se chegou a XXVII dinastia, assumiu o poder o “Faraó Akhnaton” chamou de volta os descendentes de Imhotep e os descendentes dos Essênios, Indianos, Caduceus e Fariseus, com ensinamentos espirituais e deu-lhes a incumbência, de ensinar aos escolhidos por ele.

(Fez reviver novamente, o monoteísmo) – E pregou a verdade mística da vida, ensinada em copta (kashai, que significa secreto), traduzida para o hebraico (chsai, que significa silêncio), tudo isso, em relação às almas, que são riquezas espirituais e alimentos dos espíritos. Salvou-se parte dos ensinamentos de Imhotep, por que, uma parte, seus registros ficaram em poder da Instituição recém criada denominada Rosa Cruz, outra parte, em poder dos Templários, hoje Maçons, e uma grande parte, com os Franceses, apreendidos na Esfinge de Gizé, por “Napoleão Bonaparte”.

A França é um país privilegiado, primeiros os Templários (Franco Maçonaria), depois Napoleão Bonaparte, o general que adotou a França como Pátria, ao mandar desenterrar a Esfinge de Gizé, coberta de areia, enterrada a milhares de anos, Napoleão mandou sua assessoria de guerra examinar toda documentação encontrada, confiscou os papiros e os remeteu a Paris. Anos mais tarde o Governo Francês, constituiu uma comissão composta por Henry Pestalozzi, da Suíça, especialista em línguas, Amelie de Boudet, e Hippolyte Rivail, aluno formado recentemente e um estudioso de fenômenos paranormais, para estudar, examinar e opinar. Obs.: (Hippolyte Rivail é nada mais nada menos, que Kardec, um pseudônimo adotado para fugir do Tribunal da Inquisição Católica).

Retornando a história, depois de Akhnaton, conflitos e guerras ocorreram no Egito, até chegar o ano 525 AC.

O imperador Cambyses filho legítimo de Cyrus, que viveu de 550 até 463 AC, formou um exército, mesclado de Persas, tribos árabes, e mercenários gregos, perfazendo um total de 50.000 homens e invadiu o Egito.

Tornou-se o Rei da Persa, e Faraó do Egito, após a batalha de Pelusium, como dissemos, em  525 AC, deparou-se com os ensinamentos egípcios, maravilhou-se com o Livro dos Mortos dos Tibetanos  que ensinavam no Baixo Egito,  aliados aos ensinamentos do Alto Egito.

Ele havia criado a moeda na Pérsia para negociar com outras civilizações. Não deixou que a moeda se propagasse pelo Egito, lá o trabalho era pago com um papiro que continha um código secreto para enganar o demônio, que não poderia comer suas almas, e com isso conquistar a imortalidade das almas. Viu ali um contingente de trabalho a um custo muito baixo e o manteve. Ou seja, manteve a indústria da imortalidade da alma. Após seu desencarne Dario “O Grande” o sucedeu, dando muita autoridade ao Grego “Phanes de Halicarmasso que conspirava tomar o poder de Dario, aliou-se secretamente a Alexandre Magno, e disse-lhes maravilhas da imortalidade das almas. Alexandre Magno, também chamado de “O Grande”, contando com informações de Phanes de Halicarmasso, e com um exército muito menor, conquistou o Mundo Persa, que incluía o Egito, tornou-se Faraó. Não viveu muito, aos 32 anos desencarnou e seu general e amigo Ptolomeu, construiu Alexandria, construiu o Farol, e sua biblioteca. tornou-se “Faraó Ptolomeu I” contou com o experto cientista macedônio Heron de Alexandria que os transformou, “Alexandre e Ptolomeu” nos representantes de “DEUS” na Terra, por uma religação inventada pelos Tibetanos, chamada de religião (religiere) – Uma Nota: Alexandre instituiu a moeda como dinheiro no Egito e no mundo e acabou como o Pai do dinheiro que na verdade foi criado por Cambyses Rei da Pérsia (Hoje Irã) que se tornou Faraó antes de Alexandre. Esses religiosos liderados por Heron de Alexandria que tomaram os lugares dos sacerdotes espirituais e os exterminaram transformando as “Escolas de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas” em Escolas Eclesiásticas e Religiosas e adotaram o Imposto Eclesiástico (dízimo, contribuição ou outras quaisquer denominações com o intuito de lesar a humanidade).

Tudo foi traduzido e adulterado para o Grego, e assim consubstanciar a biblioteca de Alexandria. Isto foi assim, até o reinado de Cleópatra VII, descendente de Ptolomeu I. Ocasião em que Gaius Julius Caesar em 47 AC conquistou o Egito substituiu o Rei Faraó: Ptolomeu XIII, pela sua irmã Cleópatra VII, envolveu-se com ela e dessa relação nasceu seu único filho homem, (Cesarion) – Quando Augustus seu sobrinho o substituiu, face sua morte no senado romano com 23 facadas, criou-se a Diocese dos Césares, respectivamente por Caio Otávio que trocou seu nome para Gaius Caesar Octavianus Augustus adoradores do Deus Mitra de Ptolomeu I, adotado por Heron de Alexandria e por Caio Otávio para se tornar também, o representante de DEUS na terra.  

Essa Diocese foi chamada de “MITRA DIOCESANA”, por Constantino, que teve uma visão de uma cruz no céu, e sonhou que ele seria o criador da nova religião do CRISTO, pregada por PEDRO, O APÓSTULO DE JESUS, e que ele Constantino, ganharia todas as batalhas e obrigaria a todos a converterem-se ao Cristianismo. E o “Concílio de Nicéia” referendou tudo, e o Vicário de Mitra, criado antes de Constantino, foi substituído, por ele, Constantino, pelo Vicário de Cristo, seus sonhos continuaram a acontecer, até que construiu Constantinopla e muitas igrejas, inclusive a Basílica de São Pedro, em cima do túmulo de Pedro sob o principal Mitral de Roma, para que o Vicário de Mitra morresse e pudesse ser substituído pelo Vicário de Cristo.

Mas tarde o Imperador Teodósio acaba com a figura do Vicário de Cristo, anula a eleição do colegiado de sacerdotes religiosos e nomeia Damaso, como, primeiro mandatário religioso, com a denominação de PAPA.

O Tempo foi passando, O PAPA determina a criação dos CRUZADOS e TEMPLÁRIOS, TECTÔNICOS e HOSPITALARES, exércitos religiosos, que tentou conquistar, pelas chamadas guerras santas, todos os povos dominados e transformá-los em contribuintes do imposto eclesiástico, barbaridades foram cometidas, OS ARABES, lutaram heroicamente contra esses sanguinários que usaram a Cruz, para roubá-los, humilhá-los e desonrá-los. Não foram diferentes com os EUROPEUS, eles também, no período de governo do PAPA JULIO II, que Michelangelo, chamou de terrível e sanguinário Patrão, e muitos outros PAPAS, foi assim no passado e isto não foi nada, perto da chamada Inquisição, que punia crimes contra a Fé Católica. Muitas brigas e discórdias e covardias, muitos concílios não deram certo, até chegar a Martin Luher, conhecido como Martinho Lutero, que viveu entre 1483 e 1546, foi Monge Agostiniano, depois de escapar de um raio (descarga elétrica tornou-se Monge). Talvez! O mais culto e capaz da Igreja Católica Apostólica Romana do passado, pois tinha um cabedal cultural, atípico na época. Martin Luher, Professor Universitário conhecido como, Filósofo e Teólogo, estudou profundamente DEUS e as leis mosaicas, bem como, a Torá, era bacharel em Direito, foi um reformador da Igreja Católica. Mas ao protestar contra os abusos, e o que considerava absurdos, não lhes restou, alternativa, senão, a de se separar da Igreja Mãe, e criar o Protestantismo, como uma alternativa a fé em CRISTO. Considerava imoral, a igreja católica ficar com todo o dizimo arrecadado na Alemanha, ele prezava muito a chamada nobreza Alemã. Daí em diante, foram divisões e separações da Religião Católica Apostólica Cristã Romana. Não é preciso falar mais nada, está tudo ai e resultou nisso, que todos conhecem o ecumenismo só da boca para fora. O Poder Econômico Religioso, escravizou a humanidade planetária.

Conheçam a verdade, e ela vós libertará. (Jesus Cristo)

Todo material registrado das revelações espirituais, eu recebi de graça e de graça coloco no meu site.

Um beijo no coração e muita Paz.

Dilmar Dutra - Médium autodidata e Científico