|
RELAÇÃO
“MENTE X CÉREBROS” “BÓSON DE HIGGS” OU “A PARTÍCULA DE DEUS” |
|
|
Postado em 29.04.2011 Por Dilmar Dutra. Biomédium autodidata em Ciências Integrais. Fontes: Espirituais e Científicas Uma parte da Ciência vem buscando a idéia de “vida artificial”, ou uma criação humana, onde os humanos buscam a possibilidade dessa vida artificial, talvez! Até para tentar compreender os comportamentos de suas próprias atitudes. Existe um fator, que vou chamá-lo de “fator vital”, que é a relação entre a mente e os cérebros. A mente é algo anterior aos cérebros, que eu vou chamá-la de “Bóson de Higgs”, também conhecido cientificamente como a “Partícula de Deus”, que seria o responsável por dotar de massa tudo que existe nos multiversos quânticos, contidos no Metaverso Taquiônico, que é um Campo Akáshico, sem uma localização exata no “Cosmos”, ou seja, é um “Campo de um Grande Pensamento”, contido na “Mente, Psique, Espírito”, gerador de “Consciências” em grau para cada espécie da diversidade cósmica, que é dual e bipolarizada, entre sistemas anaeróbicos e aeróbicos. Nos sistemas anaeróbicos que respiram outros gases, que manifestam as semiconsciências ou inconsciências, distribuídas no coletivo, que vão do singular ao plural. E nos sistemas aeróbicos, ou seja, aqueles que respiram o oxigênio em consórcio com outros gases, manifestam-se as expansões de consciências. (sem oxigênio os cérebros não podem interagir com a MENTE, pois o oxigênio é que faz a relação da “Mente X Cérebros”. Sem oxigênio não existe expansão de Consciências). Essa Mente interage também, de forma dual e bipolarizada, nas criações celulares de memórias filogenéticas e de cérebros, nos sistemas vitais, com ou sem cérebros, ou com o consórcio dos dois (02), da forma primária, e da forma secundária, mostrando que a evolução atua através das consciências. Já a matéria em si, não evolui apenas se transforma, se adapta, e se o código for desativado vai para a extinção. Uma Nota: Não se pode evoluir para morrer. Isto seriam, involuções e como involuções não existem no Metaverso onde tudo se expande, não têm sentido a tal involução. Então os “Cérebros” na verdade são exatamente “Caixas de Tarefas Locais”, que poderíamos chamar num paradigma comparativo, de “Metáfora Computacional”, entre “hardware x software”, “computador x cérebro”. Exemplo: Ambos são “Caixas de Tarefas”, mais o computador só irá fazer o que é programado nele pelo homem, com um tipo de alimentação energética, e a mais comum é a energia elétrica. Já os cérebros, interagem com o “Eu Mente Psique Espírito”, gerador de “Consciências”, independente do livre arbítrio, manifesta-se na busca de alimentos, num consorcio “Memória Filogenética x Cérebros” e é pelo oxigênio, que podemos afirmar ser o principal “Condutor das Expansões de Consciências”, ou alimento da “Cogniciência”, essas fórmulas anaeróbicas por respiração de outros gases, e aeróbica por respiração de oxigênio é que conduzem o psiquê e os sentimentos duais e básicos, de AMOR que é neutro, do MEDO que têm bipolaridade com os subprodutos: No AMOR: O equilíbrio e a harmonia, que se manifestam pela sua neutralidade da chamada Energia Taquiônica “AMOR” que gera prazer, esperança, otimismo, etc. No MEDO: O desequilíbrio dual e bipolar, entre: A carência, que gera ódio, tristeza, pessimismo, stress, distúrbio bipolar, depressão, etc. E o excesso, que gera o fanatismo, frustrações, demências, ganâncias, etc. Máquinas como Cérebros Biológicos interagem com a Mente via gases do sistema vital e Computadores da mecânica quântica, ou robóticas, só farão o que os humanos determinarem, jamais poderia ter uma relação espontânea, arbitral e natural como “Mente x Cérebros”. É impossível criar uma plasticidade morfogenética cognitiva artificial, onde o organismo interaja autonaturalmente, com a “Mente” para autosustentar-se, como observador inteligente. Máquinas não podem se dobrar sob si mesmo, sem si partir, ou seja, não podem utilizar o campo de torção biológica natural, mesmo que a mecânica, pudesse criar um dispositivo de torção e uma classe de células de receptores sensoriais, situados em tecidos artificiais e pudessem se expandir num movimento como o pulmonar, não haveria uma inteiração ectodérmica (exteroceptores) e mesodérmica (proprioceptores) quimiorreceptivo, fotorreceptivo, mecanorreceptivo, termorreceptivo, nocirreceptivo, capazes de inteirar-se com olfação, visão, equilíbrio, audição, gustação e somestesia cutânea exteroceptiva, além da sinestesia de auto plasmação cognitiva oxigenada, condutora de consciência que interage naturalmente do meio ambiente não local. Ou seja, pela mecânica quântica, não se pode ter uma tradução sensorial, nem fototransdução visual, ou produzir com a inteiração ambiental, uma cascata de fototransdução etc. A quimiotransdução olfativa, Quimiotransdução gustativa, mecanotransdução autoauditiva, bem como, tonotopia colclear e sintonia coclear, para as freqüências temporais do estimulo acústico natural, como codificação da informação sensorial das propriedades espaciais dos estímulos etc. A função executora seria limitada ao conhecimento inserido por humanos, a função autoobservadora nunca poderia existir como autoconsciência singular, com a noção de pensamento e sentimento. Eu poderia argumentar muito sobre isso, mas com os elementos citados não vejo necessidade disso. Um forte abraço e beijos nos corações. Dilmar e Marlene |
|