
Postado em 10.04.2011
Fonte Espiritual: Imhotep, chamado pelos Gregos
Macedônios de Hermes Trismegisto “O Três Vezes
Grande”.
Narração: Dilmar Dutra médium
autodidata em Ciências Integrais e escritor mediúnico.
Nossa abordagem terá
uma característica de exame da cursiva a partir de hieróglifos
do Naacal, idioma do continente perdido “Atlântida”,
com traduções traidoras, aonde símbolos e
gravuras não compreendidos contemporaneamente, foram, deturpadas
e planejadas de acordo com as intenções e interesses
daqueles que detinham o poder, e a bel prazer, de suas vontades.
Observamos isso, ao constatarmos que essas escritas que deram
origem ao hiecático, que já com algumas deturpações
equivocadas, precisavam segundo os poderosos, estarem de acordo
com suas pretensões. Então manipularam de forma
dolosa toda interação com o demótico, completando-o,
e influenciado por dogmas diversos, traduzidos pelo grego, com
miscigenações lingüísticas dessas escritas
que eram incorporadas as crenças, e interesses outros,
que omitiam a condição original da expressão
fidedigna, e em seu lugar, davam uma noção de direção
e compreensão deturpada, falsa, com sentença engessada
em forma de vulgata, ou de bula, uma espécie de lei humana,
com força determinante ao interagir com outras línguas,
e fez surgir o chamado cóptico ou copta egípcio,
que sofreu influência do grego, dos símbolos e gravuras,
numa incompreensão estabelecendo uma sentença equivocada,
que foi passando de dialeto lingüístico, para idiomas
como Akkadin, Semitas, Aramaico Arcaico, Canaã, Ugariti,
Proto-Canaanita, Semita Ocidental, Oriental, Fenício, Proto-Canaanita
arrastado, Paleo-Hebraico, Aramaico arcaico, intermediário
e internacional, que interagia e acrescentava mais (+) elementos
lingüísticos ao hebraico, hebraico-linear, internacionalizado
ou Quadrado, incorporando-se ao Grego e ao Latim.
Todas essas influências de
escritas cursivas e deturpadas, cheias de equívocos adaptadas
aos interesses outros, de versões com dogmas cada vez maiores,
é o que a humanidade teve e tem registrado e, é
o que os precedeu, e que são chamamos de “tesouros
textuais”. Que estão consagrados por diversas culturas
humanas e, é preciso respeitar isso. Era o que tinham.
Mas à medida que novos descobrimentos e redescobrimentos
foram surgindo pelos muitos estudos científicos e sérios,
que apontam tais equívocos. O equilíbrio de consciência,
e do bom senso com lógica racional, nos leva a sugerir
que estamos diante de fatos novos, e o mais racional seria estabelecermos
uma discussão ecumênica, respeitando todas essas
diferenças, sem usar de críticas e de condenações
de fatos ocorridos no passado.
Nossas consciências
precisam evoluir para a “Nova Era Crística”
e “Cósmica de Amor”, a tudo que tem “VIDA”,
principalmente quando passamos a ter uma “Consciência
Universalista” de que todos os textos traduzidos são
de origem humana, nossos semelhantes com diferenças, livre
arbítrio, escolhas e aceitações.
Reafirmando que esses “Tesouros
Textuais”, eram o que tinham.
Termino sugerindo uma reflexão:
Se os humanos não estão prontos. Como suas obras
poderão estar?
Façam uma boa reflexão.
Um forte abraço e beijos nos corações.
Dilmar Dutra e Marlene Daltro.