“VIDA ARTIFICIAL CONSCIENTE”.


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Postado em 14.04.2011

Autoria: Dilmar Dutra – Biomédium autodidata em Ciências Integrais e escritor mediúnico.

Fonte espiritual.

Tenho recebido um número enorme de solicitações para me pronunciar sobre “A VIDA ARTIFICIAL CONSCIENTE”, apesar de já haver publicado matéria com essa abordagem de forma muito superficial.

Agora vou falar mais sobre isso, detalhando melhor, e por isso postei antes, matérias que iriam dar melhores subsídios como “O OLHO MEDIÚNICO MULTIDIMENSIONAL”; “VISÃO ESPIRITUAL INTEGRAL; TESOUROS TEXTUAIS” e “O QUE SÃO SERES HUMANOS E DEMAIS SERES VIVOS?”.

- Agora com essas matérias publicadas eu terei os citados subsídios e argumentos para falar sobre “Vida Artificial Consciente”. Numa linguagem que possibilite a quem leu e quem irá ler as matérias supracitadas, tenha um cabedal de informações capazes de compreender nossas explicações e colocações.

“Vida artificial consciente”. Sobe meu entendimento é uma mirabolância científica, por que o que chamamos de artificial, não é. Os elementos usados são naturais, e o que se faz pela engenharia genética é extrair, substituir, ou inserir, uma miscigenação. Exemplos: A busca pelo controle da evolução, é uma elucubração obsessiva, com base na seleção natural sem o fator Mente que cria dentro de si, ao invés de achar, que as consciências são geradas pelos cérebros, assim como a Psique.

Esta mirabolância científica nasceu com o arquivo computacional, onde se insere a descrição do seqüenciamento do genoma de célula bacteriana e produzi-las, com bases químicas, inserindo na célula de outra bactéria, sem o RNA ou o DNA extraído, aglutinar em laboratório: “ timinas, adeninas, guaninas e citosinas”, obedecendo a mesma ordem do processo natural, com todos os elementos naturais, como num transplante e inseri-lo, num útero naturalíssimo e aguardar o também, ciclo da gestação natural.

Ocorre segundo fontes espirituais (de consciências), que a pretendida criação artificial, não terá um perfil psicológico e plasticidade morfogenética e interação, igual ou similar ao GENE DO MEIO AMBIENTE compatível para transferir do MEIO AMBIÊNTE GENÉTICO, todas as informações emergentes que possibilite a interação com a psique, e formação de consciência com um grau codificado para a nova espécie. Não estou me referindo a um perfil psicológico diferente. Não é isso. Estou me referindo à ausência de perfil psicológico, capaz de desenvolver o intelecto, face o intelecto emergir da mente.

E como os seres vivos, são exatamente tudo que os precedeu, essa variante de clonagem, que não tem nada artificial, pois tudo é mutilação do chamado natural, e como mutilação, tal clonagem não terá como interagir com o “Eu Mente, Psique Espírito” numa possibilidade de longevidade suficiente para se multiplicar pelo sexo, e mesmo assim, se isso ocorrer, sua cria será hibrida como uma “MULA”, sem que tenha um código de vida compatível. Para que possa emergir como espécie a partir de fontes desassimiladas, teria de interagir com um vírus mutante orgânico, com consciência para fazer a leitura dos códigos de vida, “RNA” ou “DNA” e adaptá-los a uma nova reprogramação a partir daquela programação que pudesse se reproduzir. Tal reprodução teria que ter o perfil e caracteres de um bacteriófago. Não se pode prever o resultado dessas simbiogêneses, que provavelmente será uma aberração inimaginável. A vida como um todo, é tudo que a precedeu.

Vida sintética consciente só existe na imaginação materialista. Segundo o Espírito comunicante Marietta Dutra, todos estes processos de engenharia genética laboratorial, nunca poderão serem classificados de artificiais, por que: Tudo que os precederam é natural e já foi criado e está contido na Mente do Criador. O que a ciência faz, é manipular a criação natural e Divina.

Um forte abraço e beijos no coração,

Esta é a nossa opinião diante das razões expostas.

Dilmar Dutra e Marlene Daltro.